
Poesia Popular
Pablo Augusto
Francamente, é de estarrecer que haja alguém neste mundo que não goste de poesia popular. É o mesmo que dizer que há homem que não gosta de mulher.
Mas tem que ser assim, o mundo dá de tudo.
E, em se falando de poesia popular, vale a pena registrar aqui uma sextilha do velho poeta Odilon Nunes, de Santa Terezinha, antigo distrito de Patos.
Odilon, que é aposentado do FUNRURAL, estava na fila, na agência do Banco do Brasil, em Patos, quando alguém lhe solicitou:
— Odilon, faça um verso referindo-se a aposentadoria dos velhos.
Ali mesmo, ao sabor do improviso, ele disparou:
“A coisa melhor do mundo
Foi velho se aposentar,
Comer corredor de boi,
Meia noite levantar...
Ai, uma valha maliciosa o interrompeu:
— Levantar o que?
E ele completando a sextilha:
“ O pensamento pra Deus,
Agradecer e rezar!...”
Zé Cavalcante
Mas tem que ser assim, o mundo dá de tudo.
E, em se falando de poesia popular, vale a pena registrar aqui uma sextilha do velho poeta Odilon Nunes, de Santa Terezinha, antigo distrito de Patos.
Odilon, que é aposentado do FUNRURAL, estava na fila, na agência do Banco do Brasil, em Patos, quando alguém lhe solicitou:
— Odilon, faça um verso referindo-se a aposentadoria dos velhos.
Ali mesmo, ao sabor do improviso, ele disparou:
“A coisa melhor do mundo
Foi velho se aposentar,
Comer corredor de boi,
Meia noite levantar...
Ai, uma valha maliciosa o interrompeu:
— Levantar o que?
E ele completando a sextilha:
“ O pensamento pra Deus,
Agradecer e rezar!...”
Zé Cavalcante




